quinta-feira, 16 de julho de 2009

aconteceu há um ano, mais coisa menos coisa...

um casamento na minha terra. muita bebida e malta de fora. uns beijinhos trocados no café e uma boleia apanhada até a pensão da terra. até aqui tudo bem... não fosse o apanhar da boleia até à pensão uma coisa que, estando sóbria, não aconteceria! ora mas aqui a margaret quis ir ver a pensão por dentro. também tudo bem...
a margaret deita-se numa cama, no quarto do tal rapazito com quem trocou umas beijolas, tira a pulseira, os brincos, os sapatos, enquanto o rapaz vai à casa-de-banho. mas eis que caio em mim e penso:
«mas que raio estou eu aqui a fazer?? nem quero nada com este gajo!».
uma súbita pressa e urgência de partir apoderou-se de mim. volto a colocar os acessórios dos quais me despi tão prontamente, como pronta estava eu para começar a fugir! que foi o que fiz, em bicos de pés como que a não avisar o chão que estava em plena fuga... pensando, claro, que o rapaz nem ia dar por nada, chegaria ao quarto e, não me vendo, nem se preocupria e apenas se deitaria a dormir, sem mais ocorrências ou pensamentos interrogativos. qual quê! fui catada em plena fuga. ainda consegui descer os degraus da rua sem o rapaz me ver a fugir a bom fugir, qual donzela assarapantada. ele gritava:
«Margaret! onde vais!»
assim, sem mais nem quês, de boxers e descalço! pois de facto apercebeu-se da minha escapulidela pensão fora.
eu ainda consegui manter a compustura e responder-lhe, com a maior doçura e inocência:
«ah, tenho de ir embora...»
«porquê?!», indagava-se o jovem rapaz, repleto de dúvida e admiração estampada no rosto.
«epa não vês que moro aqui com os meus pais?! eles amanhã vão estranhar eu não estar em casa! o que vão eles pensar? não pode ser...»
«... mas nós vamos levar-te a casa! tomas o pequeno almoço connosco cedo e depois vamos por-te em casa!»
«os meus pais acordam cedo! não dá, tenho mesmo de ir... txaaau!»
e largando-me da surpresa dele, abalo decidida e divertida para casa, percurso que fiz inteiramente a rir...
foi giro! assim à sexo e à cidade. o melhor foi o padrinho do noivo ter assistido a tudo da varanda enquanto fumava o seu charuto... e claro, no dia seguinte bem gozou com o pobre rapaz:
«mas que raio fizeste tu à moça para ela abalar a fugir?!»
«pois, também não percebi...», responde o desgostoso mancebo.
ahahaha!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

buy it in bottles

i wish i could forget all those words
all those silent moments when you looked so in love
i wish i could forget all my friends saying that you are right
and i believing, letting myself think that yes,
would you be the one 'that saves me'
i wish you never sent me all those messages calling me 'love'
i wish you wouldn't...
turned back the little things you get me used to
just to take them when i felt i could fall...
well,
i wish...
i could.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

and in the meanwhile...

i've met someone :) really special...
e assim pude perceber de que matéria é feita um homem de verdade; verdadeiro. e fico parva com a quantidade de vezes que nos iludimos com lixo... pessoas perdidas e despreparadas; bloqueadas e que querem continuar a fugir. e nós tentamos, corremos atrás... para nada. para sofrer. para perceber que não dá.
a naturalidade existe apenas quando as coisas são verdadeiras... finalmente senti-a. hurray!

sábado, 9 de maio de 2009

ending what cannot be ended... does that exist?

e foi naquela noite que pus um fim a este romance premeditado, fantasiado e vivido única e exclusivamente na minha cabeça. passam-se anos e eu continuo a sonhar mais do que a viver... ou vivo exactamente do sonho que é a possibilidade existente na vida.
mandei-te uma mensagem pois vi-te à porta da discoteca, aquele antro onde tantas vezes me perdi. reparei que me viste, pois eu estava mesmo à tua frente. não entraste mas eu fiz questão de te ver nessa noite. respondeste à mensagem ao menos...
- onde estás? - perguntaste tu.
- estou na M.
- já ai vou ter.
e vieste. mais uma vez com aquele olhar de cachorro acoçado, de estranheza. fui natural contigo.
- como estás? que tal foi a viagem? conta lá que tem sido de ti rapaz!
devolves-me o olhar ferido... que te fiz eu? em que pontos nevrálgicos te atinjo eu?
diriges-te ao balcão, eu vou atrás mas heis que vem uma rapariga perguntar-me:
- estás com ele...?
e eu, percebendo que ela queria saber mais do que a pergunta supunha, disse que não. ficaram então os dois numa grande e séria conversa. afastei-me e voltei a tentar o que parece impossível entre nós dois, uma conversa sem interrupções.
- então, é tua amiga de infância?
- é. responde-me ele com dureza, seco.
aí deixei cair a última réstia de esperança que me prendia a ele. já não me vi revista naquela confusão, naquela perdição de quem não sabe que caminho pisa nem para onde quer ir.
desisti.
desisti e deixei ir. doeu mais ao menos... percebi que não ia lutar mais contra a maré.
foi nessa noite.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

about love

"O homem criou e, quando se apercebeu, tinha construído um forte à sual volta e não era feliz. O homem pôde verificar que não pode ser livre sem os outros e não pode estar com os demais sem ser livre. Para que tal aconteça devemos primeiro passar pelo preço da solidão e da busca interior, do trabalho interno, da transmutação. Logo após, é então possível estar com os outros e perceber que todos somos iguais, cada um fazendo o seu melhor, no entanto, demarcando bem o nosso espaço e o nosso bem estar.
Há lugar para a partilha sem perda da identidade. A solidão revela a resposta certa. a certeza que todos temos as respostas dentro de nós."
in Crianças de um Novo Mundo, de Isabel Leal.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

é um bocado chato

vermos aquela pessoa no msn, sempre com estado ausente, e nos dar comichão na ponta da unha como quem pensa hmm vou lá ou não vou lá? não, ele é que deveria vir [falar comigo]... mas como não vem, nada muda and everything still continues the same old deal.
mas pronto é assim. será apenas coisa de gajas as decisões deveria ou não deveria meter-me com ele?

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

a modos

que reli o que escrevi há uns meses atrás e... afinal não era bem isso. senão, porquê o retrocesso?? oh vida.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

what if...

... e ela foi buscá-lo ao aeroporto, impaciente por vê-lo outra vez. como estaria ele? tão atraente como ela se lembrava? será que iriam sentir a mesma compatibilidade? estranha a certeza dela como sim, tudo isso iria acontecer, mas desta vez agora teriam tempo para estar juntos. faria ele a surpresa de, nos meses de permeio em que não falaram, ter aprendido o português que tanto mostrou interesse em aprender, tendo inclusive sacado um programa da net para esse efeito? será que viria com a novidade de que tinha arranjado emprego em Portugal e viria para ficar, por ela...? será que faria a surpresa de lhe trazer um bouquet de rosas vermelhas como para dizer: estou aqui, vim por ti; sei que és especial, quero ficar contigo; vamos tentar.
ela aguardou com impaciência e com ansiedade crescente o voo a ser anunciado: voo FR7032 origem Belfast - arrived.
de todas as vezes que pessoas saiam, a ansiedade fazia com que o seu coração se sentisse esmagado; até poder ver o seu sorriso, dirigido apenas a ela, e aí ela acalmaria e sorriria de volta - pensava ela, sentada nos bancos em frente. afinal ele ainda teria de recolher a mala...
será que tudo isto estaria correcto? afinal só estinham estado juntos escassas horas, numa discoteca da noite veraneia algarvia. o que tinham sentido soube a real... a tudo o que nunca lhe tinha sabido. ela teve a certeza que o queria na sua vida, que com ele seria feliz. ou pelo menos, com ele tentaria, sem reservas. com confiança, toda a que não tem com outros homens da sua vida, pelos quais se interessa. interesse contra o qual luta sempre, arranjando justificações para não o fazer; porque não, porque sofrerá e ela quer controlar essas possibilidades. mas e se...? essa pergunta que sempre apoquenta quem tem medo.
e se...este sonho fosse real? não seria a sua fuga do verdadeiro sentimento que tem em mãos? não seria novamente a fuga dela; a criação de uma nova bolha perfeita e cor-de-rosa, onde tudo acontece como nos filmes?
engraçado como os sonhos dela são sempre tão perfeitos. tão perfeitos que são impossíveis de viver, ou a perfeição acabava... acabava com os seus medos, os seus fantasmas, os seus complexos. como dizer-lhe que tinha vergonha do seu corpo? que não deixava outros explorarem-no...? não interessaria... com ele ela não teria esses problemas, no seu mundo perfeito.
e ela não o esperou no aeroporto, porque dele nunca mais soube nada. mas sonhou... não deixou de sonhar com esse momento. se ele fosse anunciado, o que faria?
what if?

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

in the way of control

tinha este post como draft. hoje li e publico:
engraçado como todos tentamos disfarçar a paixão e a sua força numa dada altura da nossa vida, por receio das críticas alheias - dos nossos amigos, das pessoas que nos conhecem e que gostam de aventar as suas opiniões... mesmo a nós próprios ocultamos o verdadeiro sentir. "gosto dele mas não posso gostar". anda metade do mundo a fugir ao amor enquanto a outra metade o procura desenfreadamente. num olhar, num gesto, numa palavra... estamos todos tão sequiosos de amar, tão sequiosos de evitar o sofrimento que não há como dar tréguas ao amor. esse sim, negligenciado, abatido em praça pública, ostentado como troféu, guardado numa caixinha ou até mesmo numa jaula. diferentes formas de o tentarmos aprisionar, sentir ou preservar. com todo este controlo só nos afastamos mais do que é suposto sentirmos...
so, yes we fear.
(em resposta a outro post no Margaret)

quando tudo estava escuro

fez-se luz.

- quero fazer as coisas com consciência, só isso, para não magoar terceiros...

- mas que queres tu fazer com consciência?

- tudo aquilo que bebado não faço com sobriedade.



we have absolutely no future i see...

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

just another saturday...

- olha ele vem aí!
- quê..?
- olá...
- ...
- então moço!! cumprimenta-nos e deseja-nos bom ano pá! não fiques praí especado.

desaparece, vai para outro bar. quando volta, mais desinibido:

- mas afinal porque ficas intimidada com a minha presença? sou mais uma pessoa... como qualquer outra, no meio de tantas!

(porque gosto de ti parvo)

- eu sou tímido!

(pois e eu não fico muito melhor ao pé de ti acredita)

e passam-se as noites nisto. gélida eu, desajeitado ele.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

porquê

nao sais de mim? da minha pele, do meu olfacto, do meu toque... porque não sais das ruas, das pessoas com quem me cruzo? porque não me sais da mente, da lembrança, do gostar...? o tempo passou, passa e continua a dar dias às semanas, semanas aos meses, e continuas aqui, deitado no meu peito, docemente. nem a rebeldia das minhas decisões dele te arrancam. fica o teu sorriso reservado, olhar enigmático e postura expectante. que esperas tu...? eu eu fique bem? que fiques tu bem? engraçado como estamos os dois em retiro espiritual... cada um com os seus motivos, cada um no seu canto, cada um resguardando-se de si próprio. eu pergunto: quando chegará o fim? desvanecer-te-ás como uma memória brumosa? como um barco à distância de um olhar, navegando lentamente rumo ao horizonte...? ou ficarás, nesta mágoa de não poder, não saber ter-te, de acontecermos? saberemos nós aproveitar a oportunidade de ficarmos? saberemos nós não ter medo da possibilidade...? e se, e se...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

peço perdão

a ti, a quem tanto destratei aqui, como se fosses mais um a jogar com o meu coração. pois na realidade apenas quem com ele joga sou eu... convencendo-me que estou pronta. mas... não se manifesta apenas o mestre quando o aluno está pronto...? pois tenho dito...
perdoa-me por alvitrar coisas a teu respeito, por considerar que eras fraco e covarde. reflexo dos meus medos; projecção do meu verdadeiro ser. julgaste que eras um capricho certamente, e hoje eu vejo, corajoso foste tu por não cederes aos teus desejos por veres exactamente em mim aquilo que eu sou: caprichosa. vi-o nos teus olhos e compreendi "medo". o medo não era de ti; o medo era de mim... que não estava pronta como exibia num estandarte. não fui eu a primeira a dizer friamente que não me apaixono? que ricas aprendizagens estas... disse a quem quis ouvir que me vi reflexada no teu olhar e no teu medo, julgando que te compreendia, não me compreendendo, contudo, a mim própria! pois não me vi eu refcetida?! julguei estar no teu olhar um reflexo passado meu, e o teu ser presente. nada disso... vi-me no presente, como não me acreditei ver; como não me quis ver, julgando ultrapassada. mais uma vez percebo, com toda a dificuldade de, mais uma vez, perceber o que me falta ainda ultrapassar... digo: Mestre, obrigada por mo mostrares, mesmo que só agora o tenha compreendido...

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

dá-me graça

sem tê-la, estes joguinhos dos rapazes com o objectivo de manterem a febra sempre atrás deles. evasivos, esquivos, provocantes. atiram as suas larachas, prometendo, convidando e depois puff, desaparecem ou transformam-se como o chocapic. deves pensar que vou ligar a essa conversa do jantar agora de repente?? não sou cachorrinho de abanar o rabinho à primeira palavra simpática...

terça-feira, 11 de novembro de 2008

amor e ódio

a natureza, ao contrário dos deuses, é muito ordenada, quase neurótica. sente a necessidade de entrar em acção para manter o equilíbrio e pôr as coisas onde devem estar. não pode permitir que o ódio se instale dentro do coração pois esta energia impediria a circulação de energia amorosa dentro do corpo humano. tentará tirá-lo, pois, seja como for. na maioria das vezes basta pormo-nos em contacto com obras artísticas produzidas pelos verdadeiros artistas (poetas, músicos, pintores). ao fazê-lo, a alma separa-se do corpo. deixa-se elevar às alturas pela subtil energia das cores, dos sons, das formas ou das palavras. a energia do ódio é tão pesada que não percebe destas subtilezas e é-lhe impossível elevar-se juntamente com a alma. fica dentro do corpo, mas como já não «se encontra», decide ir em busca de um lugar mais acolhedor. quando a alma regressa ao seu corpo, já existe um sítio dentro do coração para o amor ocupar o seu lugar. assim tão simples.

contudo, quando nos vemos afectados pelo furto, pela tortura, pela mentira, pela traição, pelo assassínio. nesses casos, o único que pode tirar o ódio é o próprio agressor. assim o indica a Lei do Amor. na maioria das vezes não é suficiente uma vida para se conseguir isso. quando há ódio entre duas pessoas, a vida reuni-las-á tantas vezes quantas forem necessárias até este desaparecer. nascerão uma vez e outra perto um do outro até aprenderem a amar-se. e virá um dia em que terão aprendido o suficiente sobre a Lei do Amor para que lhes seja permitido conhecer a sua alma gémea.


in A Lei do Amor de Laura Esquivel

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

and thats all folks

Para tu amor no hay despedidas
Para tu amor yo solo tengo eternidad
Y para tu amor que me ilumina
Tengo una luna un arco iris y un clavel
Y tengo tambien un corazon que se muere por dar amor
Y que no conoce el fin un corazon que late por vos
Juanes - Para tu amor
y eso es todo.
no te puedo tener pero guardare el sentimiento junto a mi piel y a mi sangre
hasta que se vaya...

acho que é isso

o momento de conhecer rodrigo já lhe tinha chegado, mas não o de viver a seu lado, pois antes ela te de aprender a ter domínio sobre as suas emoções e ele a de liquidar as dívidas pendentes. esperamos que tudo corra bem para benefício de encarnados e desencarnados...

quer dizer, agora acho que é mais o contrário: ele precisa aprender a deixar fluir de novo o amor e ela a aprender a esperar. mas ela já aprendeu... entao deduz-se que a única verdade aqui é a que o momento de se conhecerem chegou mas não o de viverem lado a lado... cada um tem as suas dívidas pendentes sim, e aprendizagens a fazer - separados. e é essa a lição.
now i know and im serene with it. hurray!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

opa és giro, tens um sorriso lindo e és um querido... mas então

- gostava de ser um raio de sol,para te elominar e acariciar a tu façe logo pela manha

- lol hella temos poeta??

- enganeime..... na tua façe
mares onde nao cabem teus deseijos....
passam no teu olhar mundos inteiros........

- gostas de escrever ou são coisas que lês?

- n sao mesmo da minha cabeça

(...)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

mesmo doendo...

é uma dor que não quero deixar de sentir; recusar sentir, como tenho feito até agora, através de múltiplos recalcamentos. não te vejo há duas semanas. parecem meses... quase te esbates da minha mamória... às vezes consigo mesmo passar umas horas sem me lembrar de ti. e lembrar-me só me traz mais mágoa. não é por gostar e tu não sentires nada por mim. é por saber da nossa atracção e não deixares que ela te assombre; o que me dói é a tua fuga. tal como eu já fui um dia... por isso digo: que doa, que eu sofra, que me angustie, mas sei que desbloqueei... não tenho medo, deixei acontecer, entregaria-me se tivesse a chance, mesmo sabendo que poderia não dar certo; eu tentaria. ia em frente, por aquilo que sinto, em vez de te tentar esquecer, saindo, apanhando bebedeiras e conhecendo mil outros homens. aliás... já o fiz, e vê onde cheguei? ao sítio de onde parti. mas agora sim, dói. consome-me. e não há volta a dar... tem de doer até ao fim. e por isso estou grata, por senti-lo na pele apesar de. uma prova superada para mim. com isso cresço. posso dizer que o consegui...
mesmo doendo, dar-te-ia o que tanto tentava salvaguardar. por uma noite apenas, sempre a última... não importa. sempre mais uma vez, mesmo sabendo que não adianta. agora sei o que é sentir. depois de todos os encontros fugazes... não foi neles que me apaixonei ou deixei de me apaixonar. foi entre e depois deles que o sentimento cresceu. à distância... um elo, uma ligação mais férrea que a minha vontade; que me expôs, que me desarmou. bem podes dizer que sim, tiraram-me finalmente o tapete dos pés... foi um ano de crescimento sem dúvida. e esta foi a prova de fogo, para consolidar o que faltava; depois de ultrapassar muitos outros medos ou inseguranças. sinto-me grata por isso... sou mais eu, mais confiante, mais capaz. posso olhar em frente sabendo-me capaz. sei que não tenho mais medo. medo de amar, medo de ser amada. agora receberia-lo com alegria. o meu coração está aberto como uma barragem, como deve estar. e por isso te agradeço... e por isso sofro. sofro mas sei que sim, cedo chega o dia de eu finalmente amar, sendo amada sem fronteiras de volta... já o fui, só não estava eu pronta. nem eram as pessoas certas, eu sei..
o que dói e me dói sempre que vejo um romance com final infeliz (e por isso os meus preferidos, pois só eu sei como os compreendo e os sinto na pele...), é saber da impossibilidade do amor entre duas pessoas que se gostam... quando uma delas não permite que aconteça; quando há um bloqueio. mais uma vez, precisei sentir na pele o que é o outro lado não querer amar, proteger-se. a vida é assim... o karma é assim. e acho isso fantástico, no meio da minha angústia. a vida é doce apesar de tudo. todos trocamos de papéis com os nossos carrascos e benfeitores. todos temos de provar do mesmo néctar, só assim faz sentido... e desta forma todos vamos vivendo, amando e morrendo. com mais ou menos peso no coração. a beleza é saber carregar o peso com alegria de senti-lo... sabendo que melhores dias virão, poir a vida não são só tristezas e sofrimento. e nisso eu acredito.
e se tiver de bater com a cabeça...? pois que seja. estou cá para me levantar.
e é neste estado que me encontro... bem ou mal.

domingo, 26 de outubro de 2008

dear beloved,

sim, eu sei que tenho sido uma tonta. tenho feito tudo errado, oiço o meu coração e interpretado tudo às avessas. ele tenta falar comigo mas eu pareço fazer exactamente o oposto ao que é suposto... agora percebo que persegui uma quimera, agora percebi que os passos que dei foram demasiado apressados e deixei-te para trás na penumbra do que poderiamos ter sido. viste o que não querias, mostrei exactamento isso... o que eu não queria mostrar mas que, contudo, acaba por ser uma defesa maior do que eu própria: os meus hábitos mundanos e fugazes que se espelham em cada gesto, cada olhar. quero e não quero ser essa pessoa. sê-la é muito mais fácil... não sê-la implica ter que me voltar para dentro, ouvir os meus passos sozinhos na calçada até casa. ouvir as batidas do coração a palpitar-me na cabeça. perceber que a espera e o amor são uma e a mesma coisa. mas não... não quero esperar! sou como a personagem do livro que acabei de ler. acho que com as minhas acções posso mudar o coração dos homens. aliás, com o meu sorriso e presença... quando o que mostro no fundo desse sorriso é um riso jocoso e tenebroso que grita solidão e medo de pertencer. ou não... suponho que já não seja essa pessoa. mas caprichosa talvez... talvez seja capricho, ter-te porque sim. seria um ganho para a minha auto-estima. o ego reclama a presença de um macho na minha vida. que me ame, que me acarinhe. estarei eu preparada para esse abraço...?
enfim. tudo isto para dizer adeus. sei que não era a nossa hora... essa hora que anseamos mal nascemos parece-me... a de plenitude, de coração cheio. e não, não terias de ser tu... apenas senti que perdemos a possibilidade que eu vi no fundo dos teus olhos receosos. temo por mim, e por todos nós, que a vida seja isso mesmo. uma fuga ao que realmente queremos...
já te disse... sou como aquele peixinho no aquário... vou para lá, para cá, ando às voltas e não sei o que quero... diz alguém.
alguém saberá? entristece-me tudo isto... saber que estamos perdidos, e quiças, encerrados em nós próprios... a maioria de nós. assim nada pode florescer.

sábado, 25 de outubro de 2008

with you...

however much i push it down
it's never enough
however much i push it around
it's never enough
however much i make it out
it's never enough
never enough

however much i do
however big i ever feel
it's never enough
whatever i do to make it real
it's never enough
in any way i try to speak
it's never enough
never enough

however much i try to speak
it's never enough
however much i'm falling down
it's never enough
however much i'm falling out
it's never enough
whatever smile i smile the most
it's never enough
never enough

however i smile i smile the most
so let me hold it up just one more go
holding it up for just once more
one more time to fill it up
one more time to kill
but whatever i do
it's never enough
it's never enough
it's never enough

The Cure - Never enough

and yes,

sometimes you have to let it go...
há batalhas impossíveis de se vencer. há que saber reconhecê-lo.
tudo o que nos consome é desnecessário... há que aprender com isso e passar em frente.
ninguém merece o nosso desgaste emocional, o tentar interepretar atitudes contraditórias.
so, is time for Margaret to fly high again...

por amor sofre-se.

reparei nela, que triste e sossegada estava ela. não tinha fome. uma banana foi tudo o que conseguiu comer. como se a vida lhe tivesse levado todas as esperanças de ser feliz. por ele, por causa dele. que partiu, não se sabe para onde ou com quem. e ela, mãos no regaço, olhava o prato vazio. sem vida, sem expressão. como se o amanhã ou mesmo o agora importassem para coisa alguma. tal página em branco solta ao vento, esquecida de existir, de acontecer. não me esquecerei desse olhar, desse desalento, dessa dor. como é que o amor nos leva aos mais altos píncaros de felicidade e depois as coloca em tal estado... as pessoas. que mágoa, que sofrimento é esse pelo qual sucumbimos? escolherei eu a vida desafogada e alegre dos dias adolescentes e sem responsabilidades afectivas de maior por dias plenos - de vida, intensidade e simbiose?
nunca me esquecerei da rapariga do casamento, que comeu uma banana como refeição pois o seu estômago magoado não lhe permitiu mais. não esquecerei que foi nesse momento que percebi que "por amor sofre-se. não quero ser esta rapariga. esta dor é insuportável. protege-te Margaret." eu tinha 12 anos.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

assim não... i had enough

Gone
It's hard for me to see when I'm wrong
It's hard for me to weep when I'm strong
But I could never sleep when you're gone
Oh but still
If you were gonna crucify me
I wouldn't want nobody to see
'Cause you could kick me hard when I'm down
Down, down, down
I don't want wanna be
Nobody's fool
I've played that part so many times before
How long to be
A shadow on the wall
I will make no sound at all
And when the sun goes down
The shadow on the wall
It cannot be seen at all
At all
Over it
Hey it's not that you would mess with my head
I believe that you believe what you said
You think you know me best and you care
But that's not fair!
'Cause I don't really want to be safe
It must have been the way I was raised
Sleep with one eye open I say
Hey hey hey
I don't wanna be
Nobody's fool
I've played that part so many times before
How long to be
A shadow on the wall
I will make no sound at all
And when the sun goes down
The shadow on the wall
It cannot be seen at all
At all
Oh
How long to be
A shadow on the wall
I would make no sound at all
At all

Brandy Carlile - Shadow on the wall

domingo, 19 de outubro de 2008

crónicas de pequenos excertos que dizem tudo...

porque lhe deu na real gana, ela decidiu que já era jsto e necessário conhecer a sua alma gémea, que já estava farta de sofrer e que não estava disposta a esperar nem mais uma vida para se encontrar com ela. com grande obstinação lá conseguiu encontrar-se com Rodrigo. eu não a critico, acho até muito bem. o que se passa é que ela está convencida que triunfou pela sua real gana, e está enganada: se tudo saiu bem foi porque a sua voz interior estava em completa sintonia com a vontade divina, com a ordem cósmica onde todos temos um lugar, o lugar que nos corresponde. quando o encontramos, tudo se harmoniza. entramos no rio da vida. deslizamos fluidamente nas suas águas, a não ser que encontremos um obstáculo. quando uma pedra está fora de sítio, impede a passagem da corrente. é muito fácil encontrar a desordem no mundo real e tangível. o difícil é encontrar a ordem das coisas que não se vêem...
in A Lei do Amor e Laura Esquivel
eu já encontrei a minha pedra e já a soube interpretar. e tu, C.?

epifania

mas que raio de mulheres estas a andarem atrás dos homens?! eles evitam-nos, fogem de nós e nós tentamos entender e decifrar o comportamento deles como: oh coitados, sentem-se demasiados atraídos por nós, têm medo de estar connosco...
o quê?? medo de estar connosco?? meras fantasias nossas criadas com base nos nossos desejos e exectativas... não querem não querem. não há desculpas. há que seguir em frente. end of story. basta de criar castelos no ar.
Azucena naquela altura estava a chegar à conclusão que o amor e a espera eram a mesma coisa. um não existia sem o outro. amar era esperar, mas, paradoxalmente, era a única coisa que a impelia a agir... mas quem sabe quantas vidas mais terá de esperar? in A Lei do Amor, de Laura Esquivel.

sábado, 18 de outubro de 2008

one more of those nights...

- vá margaret, anda lá! isto está mesmo bom.
- vá... eu vou! já me despaxei.
depois de beber uns copos, saltitar de bar em bar e correr todos os que estavam abertos, encontro umas amigas que iam para um deles.
- hmm está a apetecer-me ir embora... assim como assim isto não está assim tão bom e nem vi o outro.
- olha então vou contigo! - diz uma das raparigas
- boa! bora.
pelo caminho...
- como te compreendo... eu também estou interessada num e não percebo que raio se passa com ele! tão interessado tão interessado e depois... nunca se sabe com o que posso contar. trocamos umas msgs e pronto... hoje vi-o mas depois ele foi para casa...
- mas que raio se passa? ficam interessados e depois fogem...?
- olha merda de moços, dão-nos cabo da cabeça...
já em casa, de pijama, a pensar: que bem, são 4 da manhã. não cheguei muito tarde. sempre dá para acordar a horas razoáveis amanhã... recebo uma sms:
- margaret o teu amigo está aqui na disco!!
- ah foda-se...!
penso: vou ou não vou?
e decido-me: vou, foda-se!
despaxo-me de novo, e mais uma vez ponho-me a caminho, a pé, nos meus botins novos que já estavam a fazer pela 3ª vez o percurso da minha casa-bares.
chegada à disco... ele ao pé das minhas amigas, à minha espera (tinha ido perguntar-lhes por mim e elas: estás com sorte! ela já está ali na porta)
- olha...! tu aqui?? não te fazia nesta disco...
- sim...
os olhares das primeiras vezes... gulosos, marotos, confiantes.
troco umas palavras com ele, com o irmão e com o amigo. volto as costas para falar com as pessoas que conheço e reparo que eles foram pagar.
desde aí deixo de os ver... também nem olhei muito. a minha intenção era apenas vê-lo.
mas... foda-se! um tchau ficava bem.
fico na disco até ao fim. saio com uns rapazes. boa! uma rapariga que conheci na semana académica pergunta-me se quero boleia! claro que quero.
pelo caminho ela tenta descartar-se do rapaz com quem curtiu nessa noite, sem sucesso... mas lá consegui chegar a casa, pela segunda vez essa noite.
6 da manhã... sensação de confusão. que raio de noites estas as minhas, penso. e deito-me.
12h oiço baterem à porta. hmmm que se vão embora. quando acordar logo ligo o telemóvel e vejo quem me queria o quê.
porém, vejo que a pessoa não foi embora. e oiço a pessoa a tossir, de quando em quando nas escadas. penso: bem se calhar é melhor ver quem é! levanto-me abro a porta:
- N.! que estás aqui a fazer??
- margaret não sabes o que me aconteceu... deixei o meu telemóvel no carro da tua amiga! estou desesperada, tenho trabalho de grupo agora com umas colegas que são bem lixadas. manda-lhe lá uma sms.
- hmm eu nem sei o nome dela!! vou perguntar ao J. se tem o número, é do curso dela.
não, o J. nem está bem a ver quem é a pessoa, e não, não tem o número.
- hii pá! estou fuck! o meu namorado nem podia saber que eu sai... se ele liga estou feita ao bife. olha vou contigo à universidade e tento ver se vejo por lá o carro dela!
- és louca!! vais estar à procura de um carro no meio da universidade e arredores?? a moça nem vai às aulas, isso sei dela!
lá fomos para a universidade. eu para a biblioteca, ela numa tentativa frustrada de encontrar um carro que nem se sabe bem qual é.
enfim...
continuo a achar que um tchau tinha calhado bem. para a semana não me escapa... não lhe volto costas.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

it happened this summer III

- moças estou apaixonada!!! S. adoro-te! (dou-lhe uma beijoca na cara enquanto ela conduzia) se não fosses tu eu não tinha vindo... conheci o homem da minha vida!!
- o margaret amalha-te... (risos) esta moça é doida! contigo é sempre este desassossego!
- ah!! o meu telémovel!! perdi-o na disco!
- vá... vê na rua ao pé da porta de saída... foi de lá que me mandaste a última mensagem...
após uma breve corrida a torcer os saltos pela calçada...
- sinhor porteiro sinhor porteiro!! deixe-me entrar! deixei aí o meu telemóvel!!
- vá passe lá...
após uma volta...
- ah está aqui!! achei achei! weee!
- você teve muita sorte! muita sorte mesmo!!
no carro a caminho...
sms: i really loved to met you... i should have stayed with you there. won't you come met me here?? this night was really special, altough we where in a disco...
(...)
- hey... (foolish smile da parte dele)
- hey!
- where are you from?
- im portuguese! and you?
- im from belfast! northen ireland.
alguma conversa que já nem me recordo depois...
- oh! look, here its difficult to understand you. is too much noise and you are irish, so lets go outside!
ele dá-me a mão para eu o guiar.
- ok, here its better! you have to speak more like the americans now ok?? otherwise i dont understand what you are saying. its too much noise and im a little bit drunk so its difficult to follow a conversation now, specially with your accent of northen ireland!
- ok! so what do you do?
- hmm im finishing my degree in P. and you?
- i build bridges... thats what i do. im engineer.
- uau... now that really seems something to me! building bridges its really important. you make the connexion between people possible! being possible them to reach each others in the other side of the bridge... like now! a plain got you here and we are talking.
- it should have been carma...
- do you believe in carma?! i believe in carma, destiny, faith, reincarnation, guardian angels, spiritual guides... i can feel the magic of being alive sometimes. like right now, you are irish, i dont know you, you are a guy and we are talking about spiritual beliefs! amazing...
- yeah i understan perfectly what you are saying... i cant believe i could get on with someone so easily, especially when you are portuguese... you are really special.

um beijo... umas pernas que fraquejaram, um toque suave depois e eu pensei:
ok, eu quero este homem... quero fazer amor contigo... leva-me até ao fim do mundo...
(...)
- vá margaret! bora!
- ok...
- well i guess this is a goodbye...
- i suppose so... lets keep in touch maybe...?
- right! here you have my email and my number... lets chat...?
- ok...
- so... bye...
(...)
- ai... eu devia ter ficado... (suspiros)
- vá margaret, sê razoável! o moço era da irlanda margaret! da irlanda!
- pois... mas quantas vezes sentimos esta magia?
- cala-te... estavas bêbeda!
- e quantos gajos não conheço eu estando bêbeda?! com este foi diferente... ia ter com ele à irlanda!
- ganha mas é juízo... puta da bebedeira...

to be continued. or not... who knows?

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

but knowing that doesn't make me happier...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

just a saturday and a conversation the day after...

- puta da hippie!
- mas o que está ela ali a fazer?
- que croma meu deus!
- oh hippie! baza daqui meu!
- que raiva, teremos de lhe ir ao focinho?
- moças vá, é só amiga...
- amiga sim, bem se vê o que ela quer!
- olha, ele está a espantá-la.
- não sei... parecem íntimos... será que não têm nada um com o outro?
- estranho....
- olha lá tu oh meu caramelo, vamos pá disco ou quê? bora lá!
- que quer essa aí hã?
- é só amiga...
- pois mas ela se calhar não pensa isso!
- pois se calhar não...
(...)
- peço desculpa por ontem. já consegui resolver aquele pequeno grande problema.
- que problema?
- aquela miúda...
- não sabia que era problema...
- mais ao menos...
- como resolveste então?
- fui levá-la ao carro e depois fui para casa.
- e eu tenho algo a dizer. a C. disse para ires dormir para a minha casa, mas não era a minha intenção. não te vejo como um objecto sexual...
- então como me vês?
- infelizmente vejo-te como mais que isso. o meu interesse por ti não é de ir simplesmente para a cama contigo.
- bem, desde a última vez que nos conhecemos houve mudanças! que aconteceu ao célebre: quando durmo com alguém, perco o interesse pela pessoa? e que nunca tinhas gostado de alguém?
- sim isso costuma acontecer... mas desde aquele jantar que fiquei interessada em ti. isso para mim é um pouco novidade. posso ser um bicho do mato em muitas coisas, mas ao menos faço questão de deixar bem claro o que sinto pelas pessoas.
- não sou parvo... há coisas que dá para perceber. também não me és indiferente...
- parvo sei que não és, mas és esquivo e nunca dá para perceber em que estás a pensar.
- não é isso... é que andei com uma pessoa muito tempo e essa é a minha forma de me proteger, acho eu.
- foi o que supus... pensei: queres ver que encontrei alguém com tantas defesas quanto eu?? é que houve uma mudança drástica da tua atitude para comigo desde a primeira vez que estivémos juntos...
- que tipo de mudança?
- dantes eras todo provocador e seguro comigo e depois lá está... ficaste esquivo, sempre a evitar-me... sei que conheceste uma suposta rapariga tímida e insegura, e depois...
- pois, o provocador era mesmo para te deixar insegura e frágil, ou tentar... mas acho que conseguia porque te fazias de forte.
- e agora já não?
- agora acho que tens um ponto fraco...

to be continued.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

3/10/2008

conheço-te todas as rídulas
o sinal que tens no canto do olho,
todos os tons da tua íris reflexiva e curiosa.
conheço-te o moreno da pele
e o sal no corpo
sem, contudo, o ter saboreado da fonte directamente.
conheço o teu receio,
a tua expressão de medo
quando temes não conseguir controlar a situação e o que possas vir a sentir.
conheço-te o rosto pensativo
postura reticente e reservada;
o olhar magoado e introspectivo,
contudo, ávido.
conheço a tua meninice,
a tua adultez -
conheço-te as fugas e os subterfúgios
onde lambes as feridas e te permites sonhar.
conheço-te a potencialidade...
e é isso que a mim me faz fantasiar.
será que conheces tu a minha?

sábado, 4 de outubro de 2008

Post primeiro

Não, este blog NÃO tem a intenção de menosprezar um assunto de tão grande relevância na vida das pessoas. Há quem muito sofra por ele e eu respeito isto.
Este blog trata-se apenas de uma sátira ao tema e às minhas vivências românticas. Claro, igualmente vai conter reflexões profundas, questões e alguns desabafos de descontentamentos meus nessa área.
Escrevo este blog numa altura da minha vida em que tudo tem acontecido a uma velocidade vertiginosa, eu própria tendo dificuldade em me acompanhar!
Depois de um ano de 2007 menos positivo no campo afectivo-sexual, o ano de 2008 revelou-se uma auntentica surpresa e um non-stop de aventuras. Nada de sério, mas nem para isso ainda estou pronta... Há-de surgir, mas de momento nem tenho tempo para pensar em tal. Ou terei eu conhecido realmente alguém diferente, que considero especial? Fiquem para ler...
O título do blog? Nada mais nada menos do que fruto do comentário airoso de uma amiga, preocupada em escolher a fotografia perfeita para colocar na moldura que ia oferecer ao namorado por terem completado um ano de namoro... Automaticamente pareceu-me uma tirada magnífica para capa de livro! Mas como para escrever um livro dá muito mais trabalho, vai-se trauteando umas estorietas por aqui...
Que vos saibam bem ler :)